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Rio de Janeiro, RJ, Brazil
A RGBsys é uma empresa destinada ao desenvolvimento de software, tecnologia e consultoria. Prestamos serviços de forma diferenciada, com o foco na qualidade e atendimento personalizado ao cliente. Objetivos e Área de Atuação: - Sistema de GER - Gestão de Recebíveis - Sistema de Factoring e FIDCs - Consultorias em Factoring e FIDC. - Consultoria em geral.

quinta-feira, 8 de junho de 2017

PALESTRA TEMÁTICA: ANTECIPAÇÃO DE RECEBÍVEIS DE CARTÕES DE CRÉDITO NO FOMENTO COMERCIAL


 SINFAC-RJ, ANFAC e  BANCO PAULISTA SA, convidam a todos para participar da palestra sobre Antecipação de Recebíveis de Cartão de Crédito que se realizará no dia 27/06/2017 das 08:30 às 12:00 na área de eventos da Bolsa de Valores do Rio de Janeiro.

Esse novo produto, bastante importante para o mercado de factoring e FIDCs, aproveita as regras recentemente aprovadas sobre Arranjo de Pagamento, sendo fruto da parceria da ANFAC com o Banco Paulista SA que, enquanto Subadquirente, vem minimizar o risco da antecipação de recebíveis de cartão de crédito, com soluções técnicas robustas.
O evento consistirá primeiro num "Welcome Coffee" que será servido às 8:30h e, em seguida, na exposição sobre a mecânica da operação de Antecipação de Recebíveis de Cartão de Crédito e, depois, será aberta a oportunidade para perguntas e respostas para sanar dúvidas por tempo maior que o habitual para que seja perfeitamente compreendida a proposta.

Acesse o portal da ANFAC para realizar sua inscrição (clique aqui), vagas limitadas. 

Atenciosamente,

Luiz Guilherme S. Natalizi

Sec. Executivo SINFAC-RJ
tel. (21) 2221-2992 | Skype: lg_avvocato | cel. (21) 99307-8078

segunda-feira, 5 de junho de 2017

O Crescimento do “Cloud Computing” e sua influência no dia a dia das empresas de Factoring/FIDC

O conceito de computação em nuvem (“cloud computing”) refere-se à ideia de utilizar, em qualquer lugar e independentemente da plataforma, as mais variadas aplicações, por meio da internet, com a mesma facilidade de tê-las instaladas em nossos próprios computadores/servidores/rede interna.
Já um servidor físico é um sistema ao qual são conectados vários computadores – chamados clientes. Esta ligação permite o acesso a arquivos, entre os vários dispositivos. Em geral, um conjunto de computadores, ligados em rede a outros computadores.
Na prática, o “cloud computing” usa servidores físicos que hospedam servidores virtuais que são usados para determinado serviço, oferecendo disponibilidade, sem nenhum ponto de falha; e escalabilidade – na qual o cliente escolhe a combinação de memória, poder de processamento e armazenamento de alta performance para permitir que o seu negócio funcione da forma mais eficiente possível.
Trazendo agora para a realidade do dia a dia de Factorings e FIDCS, onde a disponibilidade dos serviços é cada vez mais fundamental para a sobrevivência das empresas e aumento de sua carteira de operações, cada vez mais começa a ganhar espaço a efetivação desse modelo, em substituição ao modelo tradicional de servidores físicos.
Além disso tudo, não podemos esquecer outro dado fundamental: custos. Com o “cloud computing”, a tendência é que os custos gerais de manutenção de servidores e redes, caiam consideravelmente a médio e longo prazo. Devemos sempre colocar na balança o custo dos servidores e suas contingências, do software de sistema operacional dos servidores assim como mecanismos de proteção como antivírus e antispyware, além de outros softwares necessários aos servidores, serviços (custo de mão de obra) de manutenção de servidores e rede de acesso das estações, etc.
Uma empresa não deve pensar em evolução sem pensar em processamento de dados e atualização em sua própria tecnologia, resultando em benefícios para todas as áreas corporativas dentro dela.
Por fim, nos parece que a tendência de adesão ao “cloud computing” e o fim de servidores físicos é algo certo e quem não estiver dentro deste barco pode, futuramente, ficar muito atrás de seus concorrentes.
 
Edson Alves Junior é sócio e Gestor de TI da RGBsys Consultoria de Informática, empresa que possui mais de 20 anos de mercado dedicados a prover soluções de sistema e consultoria para Factorings e FIDCS.

quinta-feira, 27 de abril de 2017

Antecipação de Recebíveis de Cartão de Crédito - Panorama (abril 2017)


Diante de um assunto que tem despertado o interesse dos empresários de Fomento em geral, reunimos e compilamos algumas informações de players de mercado que atuam diretamente na estruturação de operações de antecipação de recebíveis de cartão de crédito.

Fizemos duas perguntas principais a algumas dessas empresas atuantes no mercado de antecipação de cartão, trazendo o resultado abaixo.

Esperamos com isso enriquecer o conjunto de informações que o empresário de Factoring e FIDC possui, para a tomada de decisão quanto a essa nova oportunidade de operações.

A primeira pergunta teve o objetivo de desenhar um cenário em geral e foi elaborada da seguinte forma:

1-Como enxerga a antecipação de recebíveis de cartão de crédito como oportunidade para o mercado de Fidc e Factoring?

Nossos entrevistados nos responderam ressaltando a oportunidade que as Factorings e FIDCs tem de participar de uma boa fatia desse mercado de cartões:

Marcos Caldeira da TECPAY:  Nós achamos que a possibilidade dos FIDCs e das factorings participarem da antecipação de recebíveis por intermédio das fintechs representa uma grande revolução no setor. O mercado de cartões movimenta mais de R$ 1 trilhão de reais ao ano no Brasil e os FIDCs e as factorings podem responder pela antecipação de uma boa fatia desse bolo. Isso porque as instituições financeiras só dão prata a quem tem ouro. Quero dizer que todos os que são atingidos por essa postura seletiva dos Bancos que nega crédito – e isso decorre da alta concentração do sistema financeiro nacional – podem se valer das alternativas representadas pelos FIDCs e factorings atuando no mercado de cartões com o apoio das fintechs.”

Figura 1 - Fluxo Tecpay


Junior Santos, da IdTrust: “Em minha visão enxergo a antecipação de recebíveis de cartão pelo mercado de fomento como uma grande oportunidade de diversificação de nicho de atuação, bem como de aumento de suas operações com uma grande redução de riscos em função do modelo de cartão ser um modelo altamente seguro para o agente financeiro da operação.

Em meio a turbulências em nosso cenário politico e econômico fez com que a inadimplência aumentasse, bem como a escassez de recebíveis de primeira linha, em nossa visão entendemos que a possibilidade das empresas de Fomento Comercial passarem a antecipar recebíveis de cartão é uma excelente maneira de manterem sua competitiva, aumentarem seus ganhos e continuar com o crescimento desejado, de forma segura e bem orquestrada.

 Figura 2 - Fluxo simplificado Financard (IdTrust)









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Partimos então para uma pergunta mais específica, tentando relacionar essa oportunidade de negócios com o que mudou a partir das últimas determinações do Banco Central para o mercado de cartões.

Vale uma atenção em especial em relação às considerações que nossos entrevistados fazem sobre a nova regra do pagamento em 1 ou 2 dias.

2- Como as últimas mudanças na regulação do mercado de cartão de crédito afetam essa oportunidade?

Marcos Caldeira, da TECPAY: “Nós tivemos uma alteração positiva com o advento da Circular BACEN 3.815/16 que determinou a interoperabilidade entre as bandeiras, ou seja, uma maquina deve aceitar todas as bandeiras. Outra alteração positiva foi da restrição ao crédito do rotativo do cartão, resultado da ganância dos Bancos. Imagine cobrar 500% ao ano no rotativo do cartão. É uma distorção em qualquer lugar do mundo e o Banco Central foi correto em corrigir isso ao determinar que o uso do rotativo só possa ser feito por 30 dias e depois desse prazo o Banco deve parcelar a dívida. Nós sabemos que essa proposta de parcelamento deve continuar aplicando a taxa de 500% ao ano. De uma forma ou de outra é esse comportamento do sistema financeiro tradicional que faz os consumidores buscarem alternativas como as fintechs, os fidcs e as factorings. Efetivamente essa visão nos tem ajudado muito. Em relação à discussão do pagamento da venda à crédito em 1 ou 2 dias, como acontece nas vendas à débito, e que em tese poderia acabar com a antecipação das vendas à crédito à vista - e não o parcelado de 2 a 12 meses - nós acreditamos que sua aplicação não será possível no Brasil com as taxas de juros atuais. Isso porque o emissor do plástico não vai financiar o lojista que vende à crédito para receber do usuário do cartão depois de 28 dias. Se isso acontecer alguém vai pagar essa conta e nós sabemos que normalmente é o consumidor quem paga. Portanto, quando a regulação pretende aplicar uma regra que funciona num ambiente externo numa realidade distinta da brasileira a consequência é o sistema buscar um equilíbrio.”

Junior Santos, da IdTrust: Até o momento as mudanças principais impactaram alterações nas operações de Fomento para Fundos que estão operando com Administradoras de Cartão de Crédito (mudança da Lei do Juros sobre o Rotativo do Cartão- entrando em vigor a partir de abril/2017) onde as Administradoras que não são Instituições de Pagamento tiveram que buscar alternativas para adequação a legislação, no meu ponto de vista entendo ai uma oportunidade para os FIDCS atuarem nesse segmento.

Quanto as novas mudanças ainda em discussão, sobre o repasse do valor para o lojista em até 48 horas e não mais 30 dias, ainda estamos aguardando maiores definições, porém entendemos que o grande impacto que isso pode causar é uma redução de cerca de 35% no volume de operações para Factorings, Securitizadoras e FIDCs que estejam operando com esse segmento (relacionado as operações realizadas com parcela única/ e primeiras parcelas em compras com cartão de crédito) e que em função disso, mesmo com essa mudança entendemos que esse tipo de operação ainda se mantem extremamente interessante para o segmento.”



27/04/2017
Ricardo Gruber Bernstein é sócio fundador da RGBsys Consultoria de Informática, empresa especializada há mais de 20 anos em soluções, sistemas de gestão e consultoria para Factoring e FIDC. Atua como Gestor Administrativo/Financeiro e Novos Negócios. Formado em Engenharia de Computação pela PUC-RJ em 1993,  atua no ramo desde 1990.


terça-feira, 14 de março de 2017

RGBsys é parceira do SINFAC-SP

Com a parceria firmada em junho de 2011, todos os novos clientes da RGBsys e associados do SINFAC-SP terão desconto de 10 % nas mensalidades. Para maiores informações ligue: (11) 3522-8106 e (21) 2203-0101. 
A RGBsys Consultoria de Informática, fundada em 1994, é especializada em soluções e sistemas para Factoring e FIDC, com uma carteira de aproximadamente 130 clientes, em vários estados do Brasil. 
Lançamos em 2016 a versão web do nosso sistema de gestão para Factoring e FIDC, o GER - Gestão de Recebíveis, que funciona tanto na sua empresa quanto na nuvem. 
Assim, temos agora o ERP para Factoring e FIDC mais completo do país, todo na web. Experiência e sucesso há mais de 20 anos no mercado.  
O sistema, baseado no banco de dados Microsoft SQL Server, possui vários módulos: Webfact (HomeFactoring - Sistema de Comunicação com os Clientes pela Internet), avançado módulo de Crédito para aprovação de operações,  integração ao Boavista/Serasa, Bancos e diversos sistemas de contabilidade do mercado. Possui também controle de tesouraria, contas a pagar/trustee, passivo (mútuos). 
Na parte gerencial, mais de 60 relatórios, BI Business Intelligence, e o Mobicredito, que funciona em dispositivos móveis iOS e Android. 
Para uma demonstração acesse  www.rgbsys.com.br ou pelo e-mail  contato@rgbsys.com.br.
Fones: (11) 3522-8106 e (21) 2203-0101. 
Nossos vídeos de demonstração podem ser acessados em www.youtube.com/rgbsys
Suporte: 
A RGBsys dá suporte aos seus clientes através dos seguintes canais: 
   - Telefone, de 2ª a 6ª, de 9:00h as 18:00h sem intervalo para almoço; 
    - E-mail; 
    - Skype; 
    - Comunicação remota micro-a-micro via Internet (TeamViewer); 
    - Versões atualizadas do sistema; 
    - Visitas ao Cliente. 
Possuímos também soluções para operações de antecipação de duplicatas em grandes sacados - operação chamada de Cadeia de Fornecedores. Acesse www.cadeiadefornecedores.com.br.
Fonte: http://www.sinfac-sp.com.br/v2/content.php?id_page=78

quinta-feira, 9 de março de 2017

Ransomware - perigo real!



Este artigo objetiva alertar para sérias questões de segurança que envolvem diretamente o bom andamento das empresas em geral, assim como fornecer informações técnicas – soluções - para a prevenção desse tipo de crime eletrônico.

Recentemente postamos um artigo sobre a importância do backup (
http://rgbsys.blogspot.com.br/2016/06/seguranca-eletronica-para-empresas-de.html). O assunto que abordamos hoje está interligado com a questão do backup e constitui uma preocupação adicional na política de segurança das empresas.

Temos testemunhado, como empresa provedora de soluções de TI, um aumento preocupante desse tipo de praga - Ransomware. As consequências dessa invasão são as piores possíveis e causam danos muitas vezes irreversíveis, com a perda de um dos principais patrimônios da empresa: as suas informações, o seu banco de dados.

O Ransomware é “um tipo de malware que restringe o acesso ao sistema infectado e cobra um valor de resgate para que o acesso seja reestabelecido”. Fonte: Wikipedia.

Os casos mais recentes de registros do Ransomware comprovam que ele é instalado quando você abre um anexo mal intencionado em uma mensagem de e-mail, ou quando clica em um link mal intencionado em uma mensagem de e-mail, mensagem instantânea, site de rede social ou qualquer outro website. O Ransomware pode ser instalado quando você visita um site malicioso, inclusive.



Muitos desses criminosos são dissidentes de equipes de empresas especializadas em antivírus, ou seja, profissionais extremamente conhecedores das vulnerabilidades dos usuários. Aproveitam-se da falta de cuidado das mesmas em relação à política de segurança para invadir, através de uma máquina e de compartilhamentos de rede que tenham permissão de escrita, contaminar as demais, criptografar os dados,  alterar a extensão dos arquivos para nomes estranhos como “arquivo.aaa”, “arquivo.ccc”, “arquivo.oqyklyl”, etc., no que podemos resumir como sequestro de dados. Rapidamente, os dados da empresa - banco de dados, planilhas, documentos - ficam indisponíveis, inacessíveis, paralisando as operações da empresa e causando prejuízos significativos. Chamamos de sequestro de dados, pois a próxima etapa do pesadelo é receber um contato dos invasores oferecendo a normalização do acesso em troca de altas quantias de dinheiro, na ordem de 5, 10, 15 mil reais e daí em diante. A negociação, quando evolui, é constantemente realizada em bitcoins (por exemplo, 1 a 5 bitcoins, cada um custando aproximadamente US$ 975,00) e assim mais difícil de rastrear. Os bandidos nem sempre cumprem a palavra e após o pagamento de uma quantia inicial, podem pedir mais. Por isso, a recomendação é não negociar, trabalhar com prevenção, que resumiremos na conclusão do texto.

O alerta maior é que as ocorrências com Ransomware estão muito próximas de nós, passam longe do "Ouvi falar que uma empresa perdeu tudo....". Tem ocorrido com certa frequência com empresas do nosso relacionamento: clientes e parceiros. No caso de clientes, o maior problema enfrentado é a indisponibilidade do banco de dados Microsoft SQL, ou seja, paralisação da empresa uma vez que o funcionamento do sistema de gestão depende diretamente do banco de dados. Com a negativa de negociar com os meliantes e ausência de um backup isolado (e recente), os dados da empresa são perdidos. Às vezes, com um backup isento mas nem tão recente, consegue-se mediante muito retrabalho de alguns dias reinserindo dados, recuperar parte das informações. Mesmo com um backup atualizado e livre da praga, ainda assim há muito trabalho até recuperar a rotina: s
omente com a formatação livra-se completamente do código malicioso. A formatação de uma estação já é trabalhosa, imaginem várias estações e servidores sendo formatados, o processo passa a ser extremamente árduo.

Soluções
É fundamental, inicialmente, prover à empresa dois itens básicos já abordados anteriormente noutros artigos:

ü  um bom e confiável antivírus, capaz de manter-se atualizado diante dos invasores, que por sua vez também evoluem na busca de penetrar portas antes fechadas;
 
ü  segurança complementar através de backup atualizado e totalmente isolado da rede corporativa, seja em mídia externa ou na "nuvem" (nesse caso sem conexão alguma com a rede corporativa).


Mas isso não basta. Não são as únicas tarefas com que devemos nos preocupar.

Existem diversas maneiras de proteger seu computador contra Ransomware e outros malwares:

  • Não abra mensagens de e-mail de spam, nem clique em sites suspeitos. Isso passa pela conscientização e treinamento dos usuários no uso dos equipamentos de forma exclusivamente corporativa e produtiva. O maior risco ocorre por conta do usuário displicente e negligente;
  • implementar lista "branca" de programas permitidos para execução em cada máquina, através de antivírus que tenham essa funcionalidade ou instalando a versão Enterprise do Windows 7 ou superior, que também possui esse recurso.
  • Mantenha todo o software no seu computador atualizado. Garanta que a atualização automática esteja habilitada para obter todas as últimas atualizações de segurança da Microsoft;
  • Mantenha seu firewall ativado, incluindo restrição de conteúdo (“lista negra” de sites e de assuntos estranhos à rotina da empresa);
  • Verifique o seu computador com o Verificador de Segurança da Microsoft;
  • E não esquecer de um bom antivírus, que seja passível de detectar possibilidades do Ransomware.

Verifiquem o quanto antes com seu prestador de serviço de rede e hardware como estão sendo executadas as tarefas sugeridas para prover segurança de dados à sua empresa. No caso de seus dados estarem em nuvem, a questão está também relacionada à credibilidade e histórico do seu provedor de nuvem. Faz-se necessária, também, a comprovação periódica de integridade dos dados armazenados em nuvem.


Esperamos, através deste artigo, ter trazido o entendimento em detalhes do que é o Ransomware e, principalmente, despertado nos empresários um nível de preocupação compatível com a seriedade do assunto, que deve resultar em ações de prevenção para as empresas através do reforço da política de segurança.
Ricardo Gruber Bernstein é sócio fundador da RGBsys Consultoria de Informática, empresa especializada há mais de 20 anos em soluções, sistemas de gestão e consultoria para Factoring e FIDC. Atua como Gestor Administrativo/Financeiro e Novos Negócios. Formado em Engenharia de Computação pela PUC-RJ em 1993,  atua no ramo desde 1990.

O artigo teve importante colaboração e revisão de parceiros especializados:
  • Jean Moritz - EficienTI Consultoria em Tecnologia da Informação
  • Theonácio Lima Junior - Empresa TavTec Tecnologia
  • Wagner David - Bit Stop Soluções em TI